sexta-feira, 30 de maio de 2014

FEEL | Afasta quem não te faz bem!

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Hoje venho falar-vos sobre a importância de seleccionarmos bem as pessoas que deixamos entrar na nossa vida. No nosso dia-a-dia. Não têm a sensação de que há pessoas que vos 'fazem bem' e outras que nem por isso? Não sentem que foram atropeladas por um camião depois de alguns minutos à conversa com certas pessoas? Aquelas que parece que só falam de problemas e que andam sempre acompanhadas de uma nuvem negra sobre a cabeça? Pois, é que o humor e os estados emocionais são contagiosos e se forem especialmente permeáveis, absorvem tudo à vossa volta - o bom e o mau. Isso acontece-me. E eu prefiro muito mais ser contagiada por ainda mais boa disposição e alegria do que por resmunguice e azedume. 

É certo que podemos ser nós a espalhar o nosso bom humor e optimismo por quem claramente está com falta dele, mas parece que o negativo tem sempre muito mais força e acabamos por dar por nós mais cabisbaixos e derrotados. Por vezes, esse tipo de pessoas não se dá bem com a nossa tendência para ver o lado positivo da coisa e por não aderirmos ao rol de queixumes e naturalmente afastam-se. Noutras, isso não acontece, porque até podem ser pessoas com quem temos obrigatoriamente que privar. Então temos que ser nós a decidir por-nos em primeiro lugar. A preservar o nosso bem-estar e sanidade mental. Temos que nos afastar de quem não nos faz bem. Temos que estabelecer uma fronteira com segurança apertada na nossa vida e só deixar entrar quem traz felicidade, otimismo, amizade e amor. Menos que isso, vocês dispensam, ok? ;)



terça-feira, 27 de maio de 2014

LOOK | A diferença que faz o eyeliner!

Na rotina de Beleza diária, o destaque dos olhos é um passo muito importante. Até na maquilhagem mais simples um toque de máscara não pode faltar. Abre o olhar num instante e vocês certamente irão sentir-se muito melhor. E nada de desculpas de que não sabem pôr, de que cai e ficam com os clássicos olhos de panda, de que depois chateia tirar e tudo e tudo. É questão de encontrarem um bom produto, à prova de água se for necessário. Ou então recorrerem à extensão e permanente de pestanas, que estou tentada a experimentar em breve. É que acordar já com pestanas lindas e maravilhosas é algo que agrada a esta preguiçosa crónica.

O que é que eu sugiro acrescentarem à rotina obrigatória de rimel?? Um risco de eyeliner! É uma grande tendência de beleza que foi recuperar o look super glamouroso de diva dos anos 50. Benefícios: uma linha de eyeliner na base das pestanas superiores marca de forma intensa a forma do olho e destaca ainda mais o olhar. Podem escolher fazer um risco mais discreto ou então um verdadeiro cat eye dramático com asinha no fim e tudo. Têm eyeliner para todos os gostos - em caneta, pincel, gel - depende da ferramenta com que melhor se ajeitam e do resultado que querem. Eu aderi ao eyeliner e sou fã de um tom de preto mais nítido. Para isso, acho que o melhor é o gel, para além de ser mais económico, e uso este da L'Oreal de que gosto muito.

Com treino passam a dominar o pincel ou a caneta com maestria e o resultado compensa os poucos minutos que gastam na aplicação. Inspirem-se e experimentem! ;)











sexta-feira, 23 de maio de 2014

LOOK & FEEL | Vamos parar de lutar com o nosso corpo. Boa?

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Numa palavra, como definirias o teu corpo? Já pensaste nisso? Como é a relação que tens com ele? Espero mesmo que seja daquelas de unha com carne, porque parece-me que vais ter que levar com ele o resto da vida. Dizem por aí.

Eu não quero arriscar com estatísticas que desconheço, mas acho que posso dizer com toda a certeza que a maioria das mulheres, de vocês que estão aí desse lado, não amam de paixão o vosso corpo. Muitas nem pouco mais ou menos. Eu até tenho uma base quase científica que prova isto. Com as clientes de consultoria de imagem é procedimento recorrente perguntar o que mais gostam e o que menos gostam no seu corpo. Ora, pergunto sempre a parte do gostar primeiro, justamente porque é nisso que nos temos que focar sempre e arrisco a dizer que apenas. Naquilo em que somos boas. Nas nossas qualidades. No tanto que de bom temos. Nas lindas caraterísticas e imperfeições únicas do nosso corpo. Mas é mais do que comum que as respostas a esta pergunta sejam escassas, evasivas, às vezes e infelizmente, inexistentes. É triste ver na minha frente mulheres maravilhosas que não conseguem encontrar um único ponto positivo em si quando eu já tinha desbobinado uma série deles num relance. Quase que fico à espera de elas pedirem a ajuda do público para que eu as debite. Na parte dos pontos negativos, às vezes fico com a sensação de estar numa realidade alternativa. Ouço coisas que os meus olhos não conseguem encontrar correspondência na realidade. Os joelhos que são esquisitos, a barriga que não sei quê, o nariz que é assim e as orelhas que são assado. Eu que nem apoio a violência apetece-me começar à estalada e tenho vontade de ter capacidades cirúrgicas através de telepatia para mudar o chip que está totalmente errado naquelas cabeças.

E como é que isto se tornou uma epidemia mundial? Como é que deixámos que nos ensinassem que, odiar o nosso corpo porque não se assemelha com o da menina perfeitamente photoshopada da capa da revista, está certo? Porque é que tem que haver alguma coisa de errado com o corpo em que vivemos? Não tem. Não há nada de errado com o teu corpo exatamente com ele é. Quando lutas contra ele é justamente quando te apetece comer este mundo e o outro que o estômago preenchido atenua a dor. Quando lutas contra ele é justamente quando sentes todo o peso que ele tem e não tem e que te prende ao chão sem que te consigas mover, muitas vezes nem para sair da cama, quanto mais para correr. Quando lutas contra ele é justamente quando já atingiste o peso ideal e mesmo assim continuas a odiar o que vês no espelho.

Por isso, a palavra de ordem é: ACEITAÇÃO. Aceita os joelhos esquisitos, a barriguinha que é não sei quê, o nariz assim e as orelhas assado. Aceita-te, exatamente como és. Sem tirar nem pôr. Eu sei que parece impossível mas e se experimentasses? Mal não há-de fazer. Vais ver que depois será mais fácil não cair no hábito de acabar com o stock de bolachas e que até te vai apetecer fazer uma caminhada ou dançar até cair. Ou não. Não interessa. O que importa é que te ames incondicionalmente, que vejas quão linda és no exterior e no interior, apesar do que as revistas e quem quer que seja, digam.


A este propósito conheçam o Body Image Movement e o projeto de crowdfunding que a mentora, Taryn Brumfitt, está a dinamizar para que consiga realizar um documentário sobre a sua história e o tema da imagem corporal. O objetivo é fazer com que as mulheres à volta do globo amem de paixão os corpos que habitam. Irá chamar-se Embrace e podem ver aqui o vídeo da campanha e contribuir, se quiserem





quarta-feira, 21 de maio de 2014

FEEL | A importância de falhar e de nunca desistir

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A vida não é fácil. Oops, será que acabei de vos acabei de dar uma novidade? É que pela quantidade de vezes que baixamos os braços quando as coisas se complicam ou não correm como gostaríamos, só pode significar que estávamos à espera de facilidades. Bom, bom, é que o mundo fosse uma bolha cor-de-rosa em que tudo e todos fossem perfeitos, sem dúvidas, sem contrariedades. Era bom, não era? Mas a vida é uma chata do contra do pior e não nos faz a vontade. O tal do sentido da vida que procuramos que pode passar pelo que fazemos, por quem temos ao nosso lado, pelas opções que tomamos, pode ser complicado de descobrir. É um facto. Podemos até andar eternamente à procura. Mas não significa que não cheguemos lá.

Assim como falhar na primeira tentativa de atingir um objetivo também não significa que o sonho era impossível. Falhanços são ótimas formas de aprendermos o que não funciona e de re-ajustar a estratégia. Os obstáculos são para serem contornados e raras vezes se aparentam com muros intransponíveis. E mesmo que assim pareçam, vocês armam-se em aventureiras e escalam o raça do muro! Ou destroem-no à picareta. Desistir é que nunca! Desistir só entra na equação se afinal perceberam que não era nada daquilo que queriam! Também pode acontecer e aí, o melhor de tudo, é que saber o que não se quer já é mais de meio caminho andando num mundo em que ninguém sabe a quantas anda.

Acabar projetos, cumprir promessas, perseguir sonhos, levar as coisas até ao fim parece coisa rara hoje em dia e algo com que muita gente tem dificuldade em lidar. As contrariedades e os medos construídos na nossa cabeça podem ser o refúgio ideal para nunca ter de falhar. Ou se ser bem-sucedida, que pode muito bem assustar tanto quanto os falhanços. E depois esperamos que a vida que desejamos nos caia na cabeça por obra e graça do espírito santo. Salvo raras excepções, isso não acontece. Têm que se mexer e fazer por isso e falhar e voltar a falhar mantendo sempre a esperança e a confiança de que um dia vão acertar. E quando acertarem na mouche, vão ficar mesmo felizes de nunca terem desistido. Ora vejam lá se não ficam. ;)



segunda-feira, 19 de maio de 2014

LOOK | A importância das camadas ou layers para o estilo e logística do dia-a-dia

O São Pedro já não tem a vitalidade mental que tinha - só isso pode explicar a meteorologia esquizofrénica que anda por estes lados. Na semana passada era um calor que não se podia e nesta já parece outono. E às vezes, no mesmo dia, conseguimos percorrer as 4 estações. São Pedro, orienta-te! Ora, já é muito difícil saber o que vestir de manhã, mais ainda quando as previsões apontam para manhãs frescas, tardes de sauna e noites geladas e uma pessoa não tem oportunidade de ir ao armário rectificar as temperaturas e eventuais pluviosidades. O que é que é útil nestes casos de miscelânea meteorológica? Vestir em camadas ou layers, está claro! Dá ainda pontos extra na construção do estilo, por isso, bem-haja tempo maluco!

E o que é isto de vestir em camadas? É isso mesmo que o nome indica, não há nada que enganar. Trata-se de vestir várias camadas finas ou nem por isso, fora das simples jeans e t-shirt. Ou seja, para além da t-shirt, é acrescentar-lhe um casaquinho de malha e um blusão e até um casaco de inverno, se o tempo estiver mesmo a pedi-lo. Qual é o benefício para a logística do dia-a-dia com diferenças de temperatura acentuadas? Permite retirar e acrescentar layers conforme a necessidade. Começa a ficar calor, retiram peças e evitam afrontamentos, começa a esfriar, adicionam as peças em falta e já não tiritam de frio que é sempre chato.

Quais os benefícios para o estilo? Todos!! Camadas dão todo um outro interesse ao look final - tornam-no sempre mais rico e digno de atenção. Mais ainda se apostarem, como devem, na mistura de texturas e até de cores e padrões diferentes. Acetinado com malha com ganga com pele. Amarelo com azul com neutros. Riscas com bolas com quadrados. É a loucura. E o melhor de tudo, hoje em dia, na moda é, justamente, não haverem regras rígidas de conveniência relativamente ao que se usa. Retirem os medos da cabeça e apostem em saber do que gostam, experimentar e brincar. É só roupa, afinal. ;) Para ajudar, relembrem o grande segredo para saberem coordenar cores de forma atual, o truque para misturar padrões e como conjugar padrões com cores.

Para inspirar, não faltam aqui em baixo ideias e sugestões de looks em camadas, mesmo para as estações mais quentes, que são também ótimos exemplos de que os detalhes de styling fazem toda a diferença! ;)
















sexta-feira, 16 de maio de 2014

LOOK & FEEL | Quando enchemos o armário mas o que queríamos era encher a alma.


O que é que aquilo que compras - e a maneira como compras - diz sobre o teu estado emocional? Nem sabiam que o que povoa o vosso armário tinha alguma coisa que ver com emoções? Pois tem sim senhora! Assim como o comer emocional de que se fala aqui, quando se utiliza a comida não apenas porque temos fome mas porque andamos mais stressadas, cansadas, ansiosas, etc., e um pão inteiro preenche o vazio emocional que nem damos conta que temos, também o nosso comportamento como consumidoras pode dizer muito do que se anda a passar na nossa vida.

A maioria das clientes que tenho recorre ao serviço de Closet New Look porque o armário já esgotou a lotação há muito. A confusão diária de saber o que vestir pode muito bem advir de se ter coisas a mais. Como digo muitas vezes, quanto mais peças temos no armário mais difícil é tomar a decisão ensonada acerca do outfit vencedor do dia. E, antes de me chamarem, como é que costumam tentar resolver o problema e sentirem-se melhor com as escolhas diárias? Ir comprar mais. Do mesmo, geralmente. A zona de conforto é mais forte e acabam por continuar a encher o guarda-fatos com a confusão de sempre. 

Já tenho apanhado alguns casos de shopaholics moderadas. Viciadas em compras - assim como eu recorro ao chocolate em épocas de maior stress (ou no dia-a-dia mais normal de todos, a bem da verdade) - há quem recorra à amiga Zara. Right? Vá, admitam. A questão é que, por se sentirem desconfortáveis com alguma coisa, seja com o vosso corpo, o trabalho, a falta de tempo, os sonhos adiados, etc., etc., há quem recorra à adrenalina e à boa sensação que dá comprar uma peça nova e bonita para fazer sentir-se melhor. Mas o que vem depois? A culpa. Esse peso de toneladas que nos invade a consciência. Seja porque já nem há espaço no armário para guardar mais uma blusita ou porque o plafond do mês para gastos pessoais esgotou logo no dia 8. E como é que uma shopaholic resolve o desconforto da culpa? Com mais compras, nem mais. O que só aumenta a bola de neve.

Mas há solução. Primeiro, tentem identificar por que compram emocionalmente. O que é que vos incomoda? Já perceberam que sapatos novos não resolvem, então dediquem-se a pensar sobre o problema mas focando na solução, e escrevam as formas de o poderem solucionar. O que é que podem fazer por isso? 

Depois, toca a atacar o armário e a minimizar para simplificar. Seleccionem o que realmente vos fica bem, aquilo que gostam de paixão e tudo o que seja versátil. Deixem ir o resto, que podem vender e até fazer algum dinheiro extra. Incorporem o mantra de que "menos é mais" e a ideia de que, com pouco, podem estimular mais a vossa criatividade e fazer a confusão desaparecer. Por fim, afastem-se da tentação e estejam presentes no momento. Comecem a almoçar num sítio novo, longe da Zara, preferencialmente. Mas se derem por vocês já na fila da caixa, sem nem saberem como lá foram parar, pensem: ‘preciso mesmo disto?’ ou ‘a sensação boa momentânea compensa o sentimento de culpa que sei que vou sentir a seguir?’

Aquilo que têm já é suficiente - saibam aproveitar o vosso closet da melhor maneira possível e apostem, sim, em encher a alma com aquilo que vos dá prazer, seja um passeio, ver um filme, uma conversa com amigos ou o abraço do filho. Tudo isto gratuito e guilty free.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

FEEL | Como encontrar um melhor equilíbrio trabalho-vida pessoal


Em grande parte dos casos de coaching que tenho atendido o propósito é trabalhar a gestão do tempo. Mulher que é mulher domina as skills do multitasking e acaba por fazer tudo ao mesmo tempo o que pode muito bem resultar em deixar algo escapar e não se focar em nada. Ou acabar por se dedicar a uma área mais do que a outras, como trabalhar muitas horas e sentir que descura o cuidado de si própria e da família, com consequente sentimento de culpa em cima. Gostaria de saber se aos homens também lhes acontece isso ou se é exclusivo da condição feminina... ;) Bom, mas qual é o objetivo então? Encontrar um melhor equilíbrio do tempo que se dedica ao trabalho e à vida pessoal, porque, como se sabe, é no equilíbrio que está a virtude. É no meio, mas no equilíbrio também soa bem.

Há geralmente a sensação que não se tem tempo para tudo, que ele se nos escapa por de entre os dedos, que se perde tempo. Ora, isto não é mais do que um incorreto aproveitamento das 24 horas que temos ao nosso dispor. Como diz a citação de cima, não se trata de ter tempo, mas de criar tempo. E como é que se faz isso? Dedicando tempo ao assunto, está claro! :)

Comecem por analisar onde gastam o vosso tempo atualmente. Seja em modo de gráfico todo bonitinho com cores e tudo ou um simples diário escrito de quantas horas gastam em quê, e façam essa análise por uns dias, uma semana. O mais pormenorizado possível. Como um diário alimentar. No final desse período chegaram a uma conclusão. Já sabem quantas horas é que passam no trânsito e quantas dedicam ao amigo facebook, etc.

Agora pensem: como seria o dia ideal? O que é que eu gostava de fazer ou onde dedicar mais do meu tempo e que não está a acontecer no momento? Pode ser fazer algum tipo de atividade física, brincar com o filho, fazer planos a dois com o namorado, fazer uma massagem ou começar um negócio próprio. Sim, isto tudo considerando que se tem um emprego a full time. Então, como é que podem incorporar as restantes áreas da vossa vida no calendário da semana? Ai o trabalho acumula-se sempre e nunca conseguem sair a horas? Como é que podem organizar melhor o vosso dia de trabalho para que isso não aconteça? Onde podem inserir a atividade física? Acordando mais cedo? Ao final do dia, 3 vezes por semana? E uma hora todas as noites a trabalhar no vosso projeto é exequível? Daqui a uns 3 meses já viram o que podem ter feito? Quais são os meios de gestão de tempo e de organização pessoal que usam? Não usam nenhum? Pois, assim fica mais fácil de esquecer o resto das coisas que não são 'obrigatórias'... Será que ajuda usar agenda? A do telemóvel basta? E fazer um calendário e colar na porta do frigorífico? E como vão resistir às distrações e ladrões de tempo? As redes sociais, telefonemas e colegas conversadores podem ser um verdadeiro desafio... No fundo, encontrem as vossas respostas - qual a melhor maneira de gastarem o vosso tempo e quais as melhores estratégias para o dominarem.

A vida é mesmo feita de equilíbrio e para isso temos que nos dedicar tempo também e ´perder' tempo a arrumar a cabeça, as prioridades, a tomar decisões e a encontrar as estratégias que nos permitam ter o dia-a-dia ideal - aquele que nós controlamos e não onde acabamos por sentir que vamos na onda das obrigações sem poder de escolha.

Fiquem com este TED Talk justamente sobre a importância de integrar todos os aspetos da vida, profissional e pessoal, na rotina diária para o aumento da qualidade de vida e das relações. :)
 


segunda-feira, 12 de maio de 2014

LOOK | Midi Skirt - como usar

Midi skirt, é aquele comprimento de saia que fica ali por baixo do joelho, portanto entre a mini-saia e a saia comprida. É um clássico dos anos 50 que foi resgatado e não podia estar mais na moda. É só darem uma voltinha pelas lojas que as encontram. Ou então pelo guarda-roupa da avó. ;) 

E ainda bem que elas por aí andam, já que é uma peça super feminina, muuuuito versátil e uma arma super útil aos complexos. Para aquelas meninas que não usam saias ou vestidos porque acham (sonham, só pode) que têm pernas ou joelhos assim ou assado e decidiram há não sei quanto tempo que as coitadas não podem ver a luz do dia, a midi skirt acaba com as desculpas. É um comprimento apropriadíssimo para meninas de boas famílias que tapa tudo e larguinho para não evidenciar nada de nada, logo, é só conforto. 

E como usar, então, a midi skirt? Como disse, ela é muito versátil e embora seja uma peça bem feminina não quer dizer que não se possa desconstruir e dar-lhe um twist diferente. 

  • Combinem com um top justinho para contrabalançar volumes ou com uma camisa acetinada para ainda mais glamour;
  • Tornem-na casual conjugando com uma malha ou uma camisa de ganga;
  • Juntem-lhe um casaquinho estilo chanel e viram uma verdadeira diva dos anos 50;
  • Ou dêem-lhe uma conotação mais rock fazendo o par perfeito com um blusão de cabedal;
  • Como geralmente as midi skirts são de cintura alta, é a peça perfeita para misturar com outra peça trendy, o crop top que assim só deixa ver uma pequena zona de pele;
  • Condição obrigatória: usar com saltos! O comprimento abaixo do joelho é super chique mas acaba por retirar um bocadinho de altura, principalmente a quem já é mais baixinha. Por isso, uns stiletto ou até uns botins improváveis, ajudam a minimizar esse efeito. Se coordenarem com um top de cor semelhante também fazem um efeito de alongamento que ajuda. 

Então, convencidas a apostar no modelo? Já são fãs? 

Fiquem com inspirações de como usar a midi skirt, que eu não quero que vos falte nada! ;)












domingo, 11 de maio de 2014

O que é preciso para mudar de vida?


Dizem que a única constante é a mudança. No entanto, o que não falta é gente que morre de medo de mudar. Apesar de até querer muito. E de se saber, então, que aquilo com que podemos mesmo contar é que tudo muda. Hhhmm, estranho! Mas é chato sair da bolha, deixar para trás aquilo que conhecemos. Que até pode ser mau - do pior que há - mas, ao menos, a isso já estamos habituadas. Já sabemos as manhas todas das chatices do costume. E o conforto no desconfortável aloja-se com uma pinta que vocês nem dão por ela. Para desculparmos a inércia, achamos que não há alternativas e que o destino, o mundo, o governo, a vizinha do lado e o cão estão contra nós! Oh, triste sina!

Mas a posição de vítimas não nos fica nada bem, ladies. É como um par de crocs – não dá com nada (reparem na alusão tão bem montada às minhas questões do estilo!). De que precisamos, então, para mudar? Para sair do desconforto confortável e romper com a bolha? No meu caso, para a mudança de carreira, foram os ataques de pânico por pensar que iria passar a minha vida a fazer algo de que não gostava e a certeza de que não queria chegar à meia idade, olhar para trás e ver que não vivi a vida que queria. No caso da Catarina, a nova dieta da Princesa que incorporou na sua vida, juntamente com o exercício, resultou por se ver confrontada com o seu reflexo impresso nas fotografias - uma imagem em que não se revia nem queria ver de novo. Nos casos de clientes que já passaram por mim foram divórcios, despedimentos, de novo ataques de pânico, etc.. No fundo, parece que precisamos de abanões daqueles fortes para se dar o click. Para fazermos algo por nós e pela nossa vida.

E se pudéssemos simplificar a nossa vidinha? Não era mais fácil? Não precisamos de esperar por terramotos para mudar, podemos ser nós a iniciar a mudança com movimentos suaves, pausados, consistentes e corajosos. Como? Basta decidirmos que queremos mudar. Se sentem que podem melhorar, seja no que for, decidam simplesmente fazer por isso. Saibam que merecem isso. Que o sonho pode ser real. Ajuda se definirem objectivos e um plano de acção a partir do ponto de chegada para trás. Ajuda conhecerem-se e saberem que forças têm e quais os pontos que podem ser potenciados. Ajuda pedirem ajuda. 

Estão insatisfeitos de alguma forma? Não precisam de continuar assim. Do que é que precisas para mudar de vida?








sexta-feira, 9 de maio de 2014

FEEL | Comparison is the thief of joy

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A comparação, dizem, é o ladrão da alegria. E é mesmo. Quando temos a tendência de nos compararmos com os outros e a conclusão é quase sempre de que a galinha da vizinha é sempre melhor que a minha, como é que nos vamos sentir? Mal, está claro! Diminuídos, inferiores. Vamos parar com isso, então, está bem? Segundo as regras literárias, a comparação é feita entre duas realidades que se assemelham. Ora, a vossa realidade é sempre bem diferente da realidade de quem quer que seja, daí, não fazer absolutamente sentido nenhum importarem-se com o que os outros fazem, se têm mais ou menos sucesso, etc. Porque as condições são diferentes, não há termos de comparação. Interessa, sim, o que vocês estão a fazer por vocês e o que podem ainda melhorar. E quando estão perdidos em comparações e sentimentos de auto-comiseração não estão a fazer nada. Pensem nisso! ;)



Novo blog Dieta das Princesas


Parem tudo o que estão a fazer (o chefe não se importa) e vão já conhecer o novo poiso da blogosfera: dieta das princesas, o blog a várias mão com o mesmo nome e motivação do livro da Catarina: inspirar a perder peso, mudar de vida, ser feliz.

Não deixem de seguir que vai ter sempre conteúdos bem variados fruto das várias colaborações. Uma delas sou eu mesma e estou super contente com este novo desafio. :) Vejam já aqui o meu primeiro artigo sobre o que é preciso para mudar de vida com um bónus - passatempo com sorteio de um lugar num dos próximos workshops Style Yourslef low cost. :)



Juntem-se ao facebook e ao instagram da Dieta das Princesas para não perderem pitada desta nova aventura!



LOOK | Sai um look à jardineira!

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Houve, definitivamente, um regresso das jardineiras. A nostalgia de novo a bater. E como podem ver, elas estão mais adultas e esta versão meio hippie de calça de perna larga é bem gira. Para um look casual de sexta-feira ou de fim-de-semana, são perfeitas.

Inspirem-se aqui em mais ideias de looks com as ditas jardineiras ou overalls.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

FEEL | Abaixo com o botabaixismo pessoal!

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Quem se chicoteia mentalmente de forma regular que ponha a mão no ar! Seja porque têm 30 anos e ainda não alcançaram nada de 'importante' na vida (segundo as regras de sucesso da sociedade, claro), seja porque falharam a saída na auto-estrada ou porque comeram chocolate a mais (supondo que existe o conceito de 'chocolate a mais' que a mim me é desconhecido). De 'que grande parva que eu sou' a nomes mais lisonjeiros ainda dentro da mesma onda, somos capazes de nos chamar de tudo e mais alguma coisa e de nos pormos mesmo lá em baixo na fossa. E isto, para quem tem uma mente bastante mais focada nos erros, nas falhas, no negativo (e somos muitas, acreditem) é coisa para acontecer umas várias vezes ao dia.

O meu pedido é simples: parem com isso! Primeiro, identifiquem que se chicoteiam mentalmente. Segundo, assim que começarem um 'que grandesíssima...' acabem a frase com algo positivo. 'Que grande espetáculo que eu, sim senhora'. 'Que enorme monte de beleza que para aqui vai'. O que aconteceu, já aconteceu, não o podem mudar. Penalizarem-se não faz com não tenha acontecido, portanto, não vale de nada. Só vos deixa ainda piores, e o que vocês querem é sentir-se bem e confiantes, sempre. Portanto, a regra e substituir o diálogo interno negativo pelo positivo. Eu sei que não é o que vos ocorre naturalmente, por isso, forcem. Pensem nas vossas qualidades e talentos, nas coisas tão boas que já fizeram e alcançaram. Sim, vocês têm imensas qualidades e talentos e já fizeram uma porrada de coisas fantásticas! Não sejam tão exigentes, contem tudo, por menor que seja. Dêem uma abébia à vossa pessoa, estão a fazer o melhor que podem! ;)



GIVEAWAY LOOK A DAY | VENCEDOR Workshop Astrologia do Amor Eterno (enquanto durar), Raquel Fialho Astrologia


passatempo acabou às 23:59 de ontem, dia 7 de Maio, e foi sorteado um vencedor pelo random.org. Foi um sortudo que ganhou um lugar no workshop Astrologia do Amor Eterno (enquanto durar) a realizar-se no próximo sábado dia 11 de Maio: o Bruno Silva!! Parabéns! ;) Será informado por email.

Obrigada aos restantes pela participação! ;)


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