segunda-feira, 27 de junho de 2016

LOOK NEWS | Workshop de Coaching de Imagem Pessoal, 2 de Julho na Red Apple


Meninas, venho aqui com a minha própria carinha laroca convidar-vos a juntarem-se a mim, no próximo sábado, dia 2 de Julho, para o workshop de Coaching de Imagem Pessoal a ser realizado na Red Apple. Se precisam daquele empurrão para melhorarem o vosso estilo pessoal e sentirem-se melhor na vossa pele e comunicarem melhor a vossa essência, neste workshop poderão ter a oportunidade de aprender os básicos de Consultoria de Imagem para aplicarem a vocês mesmas e sentirem-se mil vezes mais satisfeitas com o que vestem, o que transparecem e o que vêem no espelho. E tudo de uma forma muito prática e divertida, que eu sou um prato que só vendo! ;)

Aqui vos deixo os conteúdos das 6 horas da formação:

  1. Estilo é confiança – como aumentar a auto-estima
  2. Qual o meu tipo de corpo e como vestir a minha silhueta
  3. Como posso definir o meu estilo pessoal atual?
  4. Psicologia das cores – que mensagem quero transmitir e coordenação atual de cores
  5. Menos é mais – como construir looks práticos e versáteis


E para saberem mais informações sobre este workshop de Coaching de Imagem Pessoal, sigam este link e inscrevam-se aqui ou através do e-mail info@red-apple.pt. Aproveitem que só voltarei a dar formações lá para Setembro ou Outubro. ;) Conto convosco no sábado!


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terça-feira, 21 de junho de 2016

LOOK IN STYLE | 6 Formas de introduzir o amarelo tendência nos vossos looks de verão

instagram.com/anita_lookaday

Amarelo é uma cor quente e viva que representa dinamismo, alegria, criatividade, luz, mas que é também a cor da fome e da doença e uma das preferidas na respostas às cores menos preferidas e usadas, justamente. Uma injustiça, devo dizer, que o amarelo é bem bonito e pode ser-nos muito útil na imagem e mensagem que passamos, agora nos looks de verão, ou mesmo todo o ano.

É tendência forte também nesta estação, basta entrarem nas lojas que o amarelo bem vivo ou num tom mais mostarda não tem como não saltar à vista, por isso, a apostarem na cor solar, agora é o momento ideal. Num último Personal Shopping incentivei a minha cliente a sair um pouco da zona de conforto e a experimentar ver-se numa blusa amarelo mostarda, esta aqui em cima, e a reação não foi de fugir, ficou até muito bem. É como enunciou Pessoa, primeiro estranha-se, depois entranha-se. ;) 

Na escolha de cores a usar é primeiro, importante, saber quais as que mais nos favorecem junto ao rosto (o Teste das Cores resolve a questão) e depois ter também em conta o seu simbolismo de comunicação e do estado mental a que se associam. Neste artigo, muito interessante, podem conhecer o significado de cada cor, sendo que o amarelo é uma cor que transmite inteligência e inspiração, por isso, é uma ótima cor para ser usada quando se precisa de um incentivo no trabalho ou estudo. É também uma cor que pode aumentar a nossa energia e colocar-nos de bom humor. O amarelo associa-se ainda a um estado mental racional e a alguém que considera fácil concentrar-se e que é consistente e lógico. Só razões, então, para gostar de amarelo, e muito!

Por isso, se têm peças neste tom pelo armário e não sabem o que lhes fazer ou até gostavam de aderir ao amarelo mas têm receio da cor tão forte, fiquem a conhecer e a ver, aqui em baixo, 6 formas de introduzir esta cor tendência nos vossos looks de verão:


  • Blusas amarelas. De uma forma algo discreta, um top é um bom ponto de partida. São boas hipóteses de conjugação os jeans clássicos ou partes de baixo de cores mais claras, como o branco, o beje, o cinzento. O amarelo, sendo uma cor forte, vai ligar muito bem com qualquer básico mais claro. Com o preto, apesar da ideia ainda corrente de que é uma cor que fica bem com tudo, atualmente, amarelo e preto só pode resultar num look muito contrastante e algo desatualizado. A escolher uma cor mais escura, preferir ligar o amarelo com o azul escuro, por exemplo, que fica bem mais atual. Ou até o verde escuro, o bourdeaux, que ligam muito com o amarelo - experimentem! Ah, não esquecer da regrinha da blusa sempre por dentro! ;)





  • Vestidos amarelos. Look total em amarelo, por que não? Um belo vestido amarelo causa sempre impacto (lembro-me sempre o icónico vestido que Kate Hudson usou no filme Como perder um homem em 10 dias - lindo, right?!) e pode bem ser uma ótima opção para look de trabalho, idas para a praia ou até para usar num casamento ou outra festa. Como é uma cor tão forte, o resto dos acessórios podem manter-se neutros (castanhos, camel e nudes ligam muito bem) ou então apostar também noutras cores - qualquer uma desde que conjuguem tons na mesma intensidade. ;)





  • Partes de baixo amarelas. Não há regra nenhuma que dite que temos que usar calças ou outras partes de baixo somente em tons neutros ou na clássica ganga. Que tal apostar numas calças amarelas? Já sabem, podem conjugar com neutros claros, como o branco que o verão tanto puxa, ou outras cores também fortes, por exemplo.





  • Casacos amarelos. O casaco pode funcionar bem como uma peça statement, uma forma de marcar o look e o estilo. E que melhor forma de fazer uma grande entrada do que com um blusão de cabedal amarelo ou mesmo um trench coat ou um blazer? Adicionando a um look mais neutro ou a padrões que já tenham amarelo, vai resultar muito bem e fazem um 'vistão'! :)





  • Malas amarelas. Uma forma mais discreta é adicionar um foco de cor forte, como o belo amarelo, nos acessórios, na carteira, por exemplo. Eu própria já tive uma, que podem ver aqui nas fotos da minha viagem a Paris, e usava com tudo, sem problema. Como tenho tendência para usar mais peças de roupa em tons neutros, a mala amarela destacava-se mas terá o mesmo efeito mesmo que usem outras cores e padrões. ;)




  • Calçado amarelo. Sneakers, que tanto se usam agora, podem ser coloridos assim como uns belos saltos, sandálias ou umas sabrinas. Qualquer opção em amarelo será boa ideia e não têm que ficar parados na sapateira sem saberem o que lhes fazer. Lá está, mais uma vez, num look mais simples, um foco de cor nos sapatos dá aquele toque de diferença e personalidade que só por si marca a diferença. E podem ainda aproveitar para fazer conjugações inesperadas com outras cores no look. 





Se o amarelo vos toca o coração e o verão pede para arriscar mais no uso de cores, então força, apostem em dourar os vossos looks e mostrem os modelitos! ;)



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terça-feira, 14 de junho de 2016

LOOK IN STYLE | Como definir e construir uma 'farda de estilo'?


Lembram-se de vos falar aqui sobre o que seria certo - variar nos looks do dia-a-dia ou adotar uma 'farda de estilo'? A conclusão foi de que, como em tudo na vida, não há certos e errados, nem no guarda-roupaNão há problema nenhum em ter um closet bem recheado e variar imenso os looks, assim como não é nenhum crime usar sempre a mesma coisa (desde que a roupa seja lavadinha, vá)A resposta para o que é certo para vocês está no vosso estilo de vida, gostos, personalidade, etc

No entanto, depois de lerem chegaram à conclusão de que o resulta para vocês e que vos fala ao coração é mesmo adotar uma 'farda de estilo'. Então, há que saber como defini-la. 

É, assim, importante que considerem o tipo de peças ou estilos que vos façam sentir mega confiantes, confortáveis, bem na vossa pele. Para mim são os vestidos, e para vocês? O que usam mais regularmente? Qual o look que é a vossa cara? Até pode ser um acessório à volta do qual constroem o look.

Considerem também os materiais, o nível de conforto e tenham em conta o vosso estilo de vida e escolhas. Um exemplo pessoal que exemplifica bem este caso: eu e as tarefas domésticas não somos grandes amigas, logo, passar a ferro está basicamente quase fora de questão, então, vestidos de tecidos acetinados, daqueles que uma pessoa lava, põe a secar e ficam impecáveis sem vincos prontos a pendurar são as minhas peças preferidas de sempre e tenho sempre isso em conta quanto tenho que comprar algum novo. Que tecidos preferem? Qual o máximo de gestão com o guarda-roupa a que estão dispostas?

A ideia de um uniforme também não tem que ser algo aborrecido ou simples e peças básicas e neutras também não têm nada de erradoAs vossas preferências podem recair sobre peças base, de cores sólidas e super versáteis, como jeans, t-shirts ou camisas brancas, etc, e depois tornar os looks mais interessantes e na vossa cara com recurso ao uso de acessórios, por exemplo

Tenham em conta também, claro, as vossas necessidades de comunicação, o trabalho que têm, as necessidades de dress code e assegurem que a vossa 'farda' vos respeita ao mesmo tempo que cumpre as vossas necessidades, caso trabalhem em ambientes mais formais ou menos.

Bom trabalho a definirem a vossa farda estilística e estejam à vontade para me mostrarem e deslumbrarem com o vosso estilo pessoal icónico e intemporal! ;)





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quinta-feira, 9 de junho de 2016

LOOK A BOSS | Como ser freelancer mudou a minha vida, by Helena Magalhães do The Styland

Ainda há pouco tempo tive um belo almoço com a Helena, que conheci através do meu trabalho e do mundo dos blogs, e acabámos por falar muito desta nossa vida de trabalhadora por conta própria e de freelancer, das vantagens, das dificuldades, da vida pré-liberdade laboral, etc, etc. 

E como já vão também saber por ela, fazer o que se gosta e ter um projeto próprio tem tudo de bom mas pode ser bem solitário, às vezes, por isso, é sempre bom falar e trocar ideias e experiências com quem tenha o mesmo estilo de vida, porque quem não anda com os mesmos sapatos, pode até ser bem compreensivo, mas não percebe a fundo o que é ter esta vida nem a decisão de quem decide arriscar e dar o salto. 

E como há imensa gente insatisfeita com o seu trabalho e com vontade de se lançar num molde mais livre (já tenho conhecido imensos exemplos em Coaching ou no curso Brand Yourself) que agradece certamente conhecer bons exemplos de quem arriscou e o mundo não acabou, aliás, ficou tudo bem e até melhor, aqui vos deixo o testemunho da Helena sobre a mudança que a sua vida sofreu quando decidiu despedir-se e tornar-se freelancer, que publicou originalmente no seu blog The Styland

Acompanhem-na e inspirem-se com a sua história, quiçá, a dar o passo essencial que vos falta para se sentirem mais satisfeitas, mais felizes, mais de acordo com quem são ou desejam ser. ;)


"Deixem-me falar-vos sobre o meu passado. Licenciei-me numa coisa. Fiz um mestrado noutra. E pelo caminho sentia-me a pessoa mais infeliz à face da terra. Passei para o jornalismo e, a dada altura, senti realmente que tinha encontrado o meu lugar no mundo. E encontrei - porque escrever é literalmente a minha vida. Mas eu queria escrever coisas que pudessem, de alguma forma, mudar a vida das pessoas. Queria contar histórias. Queria pegar na beleza - uma das áreas em que trabalhava - e fazer dela uma arma de empowerment para as mulheres e não apenas conteúdos consumistas e faits divers. E não o estava a fazer.

A desmotivação

Mas havia tudo o resto a aumentar a desmotivação: as mensagens a meio da noite. As jornadas de trabalho de mais de 15 horas. A pressão. A privação de sono. E o escrever coisas com as quais não me identificava. Dia após dia. Semana após semana. Mês após mês. Eu sabia que havia qualquer coisa de errado com esta vida. Porque não era isto que queria fazer. Mas, ao mesmo tempo, sentia que abandonar a empresa que me tinha aberto as portas era ingrato. Era uma desmotivação misturada com gratidão que me fazia aguentar o barco.

Os amigos mal me viam. Namorados nem vale a pena falar (como manter uma relação com alguém quando no tempo que tens livre só queres dormir?). Os meus pais estavam constantemente preocupados. E o meu corpo também se ressentia. A cabeça - ui a minha cabeça - essa gritava para saltar fora. O mais rápido possível.

O momento do click

Não sei quando se deu o click mas simplesmente um dia de manhã acordei e percebi que não aguentava mais. Estava farta de ter picos de muita felicidade (quase todos ao fim-de-semana) com picos de infelicidade extrema (durante a semana de trabalho). E simplesmente deixou de me fazer sentido trabalhar 12 e 15 horas por dia. Tinha acabado para mim. E liguei à minha mãe.

- Mãe, preciso de sair deste emprego. Desculpa.

Mas, felizmente, a minha mãe foi sempre a minha principal e primeira apoiante. Foi ela que me levou, durante anos, para todas as coisas que eu decidia que queria fazer: futebol, ballet, voleibol, basquetebol, teatro, aulas de viola, dança... Foi ela que amparou todas as milhares de fases por que eu passei: quando decidi que queria vestir-me como o Axl Rose e lhe implorei por uma mochila de pele e umas botas militares. Ou quando decidi que, afinal, ia ser igual à Geri (girl power!).


- Sai. Vamos arranjar uma solução.



O timing da mudança

E chegamos à parte que todos anseiam ler. A minha vida mudou no dia seguinte? Não. E este é o timing onde grande parte das pessoas se espalha ao comprido. Mudar de vida implica sacrifícios, ajustes e uma grande dose de saber lidar com a pressão social. E estas são as dicas que dou a qualquer pessoa que esteja no limbo da sua vida:


A pressão social vai ter um impacto brutal. Eu estava desempregada e não tinha grande coisa para contar a ninguém. Agora que tinha todo o tempo do mundo para fazer tudo o que não havia feito, sentia-me completamente deslocada. "Então, vais continuar a brincar aos blogs?" ou "O que é que fazes mesmo durante a semana?" eram algumas das coisas que eu ouvia. Não tinha dinheiro por isso não tinha jantares fora, noites, férias nem passagens de ano em grande. Mudar de vida implicou vender o meu carro e comprar um mais barato a GPL. "Tens um carro de pobre", cheguei a ouvir. Mas sim, era verdade e tive de a assumir. Eu estava pobre. Não passava fome nem dormia na rua porque tinha pais que me ampararam como a um bebé. Mas tudo aquilo que eu conhecia como sendo a minha pessoa, deixou de existir. Eu era apenas eu, sem mais nada. Sem uma profissão atrás da qual me esconder. Mudar de vida implica sacrifícios sociais para os quais toda a gente tem de estar preparado.


Antes de colher resultados, é preciso plantar sementes. Muitas das coisas que fiz naquela altura, não me foram pagas. Aceitei trabalhos gratuitos, escrevi para muitos meios a troco de nada, investi neste blogue e percebi que tinha de começar a ser activa. Precisava de plantar sementes por todo o lado. Precisava que as pessoas me vissem, se lembrassem de mim. Mandava emails para todas as revistas e jornais, inventava projectos, sugeria os meus serviços para tudo e mais alguma coisa. Ouvi tantos, tantos nãos. Mas sempre acreditei neste mantra: Nem sempre importa receber dinheiro, importa fazer sinergias e conhecer pessoas. Quanto mais plantamos, mais vamos receber.


É importante desligar da importância que se dá ao que os outros pensam. Costumam dizer que só um empreendedor consegue compreender outro empreendedor e isto faz todo o sentido. Para quem tem um emprego normal, um salário a cair ao fim do mês e uma vida estável, as indecisões, inconstância e vida que um freelancer leva não é compreendida. Muitos amigos olhavam para mim com um olhar piedoso - coitada de mim, estava desempregada. "Quando é que vais arranjar um emprego a sério?", chegaram a perguntar-me. E para quem não se consiga desligar da opinião alheia, isto pode ser aterrador. Eu foquei-me em quem tinha as mesmas ideias que eu. Ia tomar cafés com pessoas, fazíamos noitadas a falar de projectos e comecei a criar uma rede de empowerment. Se isso vos vai dar alguma coisa? Não. Não podem querer criar contactos só com o objectivo dessa pessoa ter algo material para vos dar. Falo de motivação, inspiração, cooperação e ambição. Quatro conceitos essenciais a qualquer empreendedor.


Têm de aprender a fazer o vosso marketing pessoalTrabalhando numa empresa, somos apenas porta-vozes das qualidades dessa empresa. Quando era jornalista, nada era sobre o que eu tinha para dar mas o que a revista onde trabalhava tinha para dar. E fazer esse trabalho pessoal não é fácil. Antes de se quererem tornar freelancers, lançar um negócio ou criar um projecto, criem a vossa identidade profissional. Porque por mais que eu soubesse que era boa escritora, jornalista e criativa, tinha de me saber vender e falar por mim própria. Ninguém se ia lembrar de mim se eu não mandasse dezenas de emails, mesmo depois de ouvir um não. Ninguém se ia lembrar de mim se eu não fosse falar pessoalmente com alguém mesmo depois de essa pessoa ter ignorado o meu email (e acreditem, muitas vezes só me apetecia esconder num buraco quando me encontrava cara a cara com alguém que me tinha ignorado). Ninguém se ia lembrar de mim se eu não estivesse sempre a dar as minhas opiniões, a defender-me e a falar por mim própria. Eu simplesmente criei a minha campanha de marketing.


Preparem-se para viver alguma solidão. Não falo de solidão física porque passo imenso tempo em cafés a escrever, falo com os meus amigos pelo whatsapp durante o dia, passo horas ao telefone e agora estou num projecto onde passo algumas tardes da minha semana num escritório com um grupo de pessoas empreendedoras e com as quais estou a aprender imenso e a voltar ao meu "eu" mais regrado.  Mas a solidão emocional bate à porta muitas vezes e é preciso prepararmo-nos para ela. Por mais que os meus amigos mais pessoais me tenham apoiado nestas fases por que passei nos últimos dois anos, tenham acreditado nas minhas ideias e me tenham tentado ajudar a colocar algumas em prática, ninguém vai viver na nossa pele o medo diário que muitas vezes me assolou e vos vai assolar. O medo da falta de dinheiro, o medo do não, o medo de que as portas se fechem, o medo do nada. Porque não há outro colega de trabalho com quem passar a hora de almoço a reclamar do patrão. Simplesmente, não há ninguém e só dependemos de nós próprios. E esta solidão emocional leva muita gente a desistir.

Dois anos depois


O que é que mudou para mim nos últimos dois anos? Passei do nada para uma série de projectos.Que é o mesmo que dizer que me afundei, precisei de ir até ao fundo para tocar lá com os pés, fazer um impulso para cima e finalmente dar uma golfada de ar. Estou a escrever um livro, montei o #VIVEATUABELEZA, o Observador abriu-me as portas, criei projectos para várias marcas de beleza, conheci imensas pessoas da minha idade, empreendedoras, criativas e fantásticas, ajudei-as nas suas ideias ao mesmo tempo que absorvia poderes para as minhas, escrevi para imensos meios, viajei, entrevistei pessoas fantásticas, tive a oportunidade de melhorar as minhas capacidades pessoais e profissionais, fiz um curso de escrita, perdi o medo de ir bater às portas, comecei a falar por mim própria e a defender as minhas capacidades, fiz trabalhos que me deram muito dinheiro com o mesmo brio com que fiz os outros em que não me pagaram nada, surgiu a oportunidade da crónica no Brasil Post e, actualmente, o projecto com a Primetag.

E quando falo da importância das sinergias é exactamente aqui que quero chegar. Muitos destes projectos que me chegaram foi através de alguém que conhecia alguém e se lembrou de me recomendar. Plantei tantas sementes que, agora, finalmente estou a ver as minhas flores a crescer.

Se tenho medo? Tenho-o todos os dias. Porque nada disto é certo. Aprendi a poupar, a viver com moderação, a ser flexível e a ter a dose certa de humildade para saber que tenho de estar disponível para os outros se quero que também estejam disponíveis para mim. O primeiro ano foi literalmente um ano de auto-conhecimento. Conheci os meus limites e aprendi mais sobre mim do que em toda a minha vida.

E o que é que tenho mais para vos dizer? Nada. Não há uma solução eficaz. Cada puzzle é individual e cada pessoa levará o caminho que tiver de levar para perceber a melhor forma de encaixar todas as peças nos sítios certos. Não há uma fórmula mágica. O que vos vai fazer atingir o sucesso é perceberem de que forma poderão ligar aquilo que vocês são com aquilo que vocês quererem fazer.

Dito por outras palavras, saber aplicar a vossa singularidade no mundo, como diria o pai da Gisele Bundchen."





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quarta-feira, 8 de junho de 2016

LOOK INSIDE | HAPPY, documentário sobre a genuína felicidade

Reservem 1 hora e um quarto do vosso tempo para assistir a HAPPY, o documentário sobre a genuína felicidade que vale toda a pena! O que é a felicidade? Como alcançá-la? Como apreciá-la? Como mantâ-la? São as respostas que nos interessam a todos e podem obtê-las no maravilhoso módulo Ser Mais Feliz do curso COACH YOURSELF, aqui do estaminé, e também aqui neste curto documentário, muito interessante, sobre o tema. Acho que nunca é demais trabalharmos na nossa felicidade e sabermos mais sobre o assunto! ;) Enjoy!




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terça-feira, 7 de junho de 2016

LOOK IN STYLE | 7 dicas infalíveis para que uma convidada de casamento esteja perfeita no dia do evento.

A época de casamentos está aí a começar em força e se fomos convidadas para, pelo menos, um evento, a dúvida quase que existencial impõe-se: o que vestir? Se tivermos sido convidadas para mais do que um, a questão adensa-se e a dúvida multiplica-se pelo número de eventos em causa. Mas tenham muita calma nesta hora porque há sempre solução para qualquer problema, mesmo que vestimentar. Neste sentido e porque não quero nunca que vos falte nada, aqui vos deixo 7 dicas infalíveis para terem o estilo perfeito num casamento:

1. Preparem-se antecipadamente. Normalmente, e com experiência das minhas clientes, o nível de satisfação com os looks de eventos especiais, como casamentos, estão sempre acima dos coordenados do dia-a- dia. Porquê? Porque, normalmente, para este tipo de ocasiões nos preparamos com antecedências e nos dedicamos. Por isso, não fujam à regra, e comecem já a ver no armário se têm algo que possam levar (sim, não têm, necessariamente, que comprar roupa nova, normalmente há sempre peças no armário que podemos aproveitar, mesmo que já tenhamos usado noutras ocasiões, usando de forma diferente), senão, pesquisem nos sites das marcas online, procurem por inspiração de looks apropriados e de que gostem, dêem uma voltinha pelo shopping, pelas lojas de rua, etc, e fiquem com uma ideia do que há e das escolhas à vossa disposição.

2. Alarguem as vossas opções. Qual o maior receio de uma convidada num casamento? Encontrar alguém com um vestido igual ao dela, pois claro! Por isso, ponderem considerar algo fora do clássico vestido, que fica sempre bem, atenção, mas podem diferenciar optando por macacões, por exemplo, que são uma peça que também fica bem elegante. Ou calças, também já são uma peça que se vê em em eventos em que se pede mais aprumo, desde que mais formais e bem conjugadas. Se procuram look para usar no casamento nas lojas de fast fashion mais comuns e frequentadas, é normal que corram mais esse risco de encontrar cópias no evento, por isso, podem sempre optar, lá está, por ir buscar alguma peça ao armário ou até ao baú ou então, procurar em lojas não tão comuns ou de massas, sejam online ou físicas.



3. Saibam o que vos favorece, conheçam o vosso corpo. Para estarem mesmo perfeitas num casamento, antes mesmo de escolher o modelito e até porque ajuda na seleção, é importante vocês conhecerem bem o vosso corpo e saberem os modelos, cortes e tecidos que mais vos favorecem. Vestir a peça certa dá-nos confiança acrescida e o queremos sempre, em qualquer situação, é parecer confiantes e confortáveis na nossa pele e quando nos sentimos mesmo bem naquilo que vestimos, isso transparece.

4. Pensem de forma versátil e económica. O vestido ou o look a usar no casamento não tem que ser exclusivo ao evento e ser mais uma peça que vocês juntam à seção do armário ‘vestidos de cerimónia’ e que só usam quando o rei faz anos. Podem e devem, perfeitamente, optar por looks que depois, facilmente, também podem aproveitar para usar noutras ocasiões especiais ou até no dia-a-dia, bastando para isso uma simples mudança de acessórios.



5. Respeitem o dress code sem deixarem de parecer atuais. Aquelas regras básicas de não vestir branco nem preto integral num casamento já toda a gente sabe e convém continuar a respeitar. E tenham sempre em conta o estilo do casamento, se é mais informal ou não, o local, o horário – um evento ao final do dia já pede um vestido longo que será excessivo se acontecer de manhã. Depois, hoje em dia, para parecem mesmo impecáveis e cheias de estilo num casamento, por favor, esqueçam aquela típica echarpe para colocar sobre os ombros e a dar com o vestido – se poderá estar frio, um blazer mais curtinho e bem estruturado é uma opção bem mais actual e adequada. E o sapato também não tem que combinar com a clutch, nem devem apostar numa coordenação de cores mais matchy-matchy – hoje em dia tudo se conjuga e as peças têm que ir bem umas com as outras, há inclusive conjugações improváveis que resultam muito bem, ao invés de ter um look todo certinho e a fazer pendant, que é algo que já não se usa.



6. Pensem no look completo – o cabelo e a maquilhagem também têm que estar perfeitos. Seja recorrendo a um bom cabeleireiro e maquilhadora ou mesmo assegurando vocês a tarefa em casa, casamento é altura para caprichar numa maquilhagem mais elaborada – mas adequada, sem grandes exageros – e o cabelo cuidado, no mínimo, ou até apostar num penteado divertido e elegante.



7. No dia, privilegiem o conforto e antecipem imprevistos. Casamento pede saltos, meninas, não há como fugir. Mas se não estão habituadas a usar sapatos de salto de forma frequente, apostem num salto mais moderado, mais largo, um sapato com compensação, que se torna mais confortável e testem-nos bem antes (vão por mim, por experiência própria, já cometi o erro de usar o salto errado e nem 5 minutos aguentei com eles calçados. Em minha defesa – as sandálias eram lindas!). E como imprevistos ou planos de contingências, por exemplo, considerem ter no carro um par extra de sapatos ou uns rasos a que podem recorrer já após longas horas de dança em que todo o ambiente também já está descontraído; se vão usar collants, levem uns extra que azares com malhas puxadas são frequentes; maquilhagem para retocar e tudo o que acharem necessário e que caiba na pequena malinha de casamento de uma rapariga prevenida. Mas, acima de tudo, garantam que se sentem confiantes, bonitas, confortáveis e desfrutem, na perfeição.







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