terça-feira, 18 de abril de 2017

STYLE | Livro de Estilo: Parisian chic


Inès de La Fressange escreve, no seu livro de Estilo 'A Parisiense', que "não é necessário ter nascido em Paris para ter o estilo parisiense". Acrescenta, mesmo na primeira página deste compêndio estilístico da capital francesa: "ter uma atitude made in Paris é mais um estado de espírito (...) A Parisiense nunca cai na armadilha das tendências: primeiro deixa-as estabelecerem-se e depois usa-as racionalmente, eis a sua receita secreta! E mantém sempre um objetivo: divertir-se com a moda."

Ora, como é normal acontecer-me, já tinha o livro em casa há algum tempo. Mas tenho o péssimo hábito de comprar livros, que são a minha paixão e único devaneio consumista, e eles irem empilhando-se estrategicamente uns sobre os outros sem lhes pegar logo para ler, procrastinando a leitura física e analógica em detrimento de muita leitura online. Hábito a mudar decididamente porque ler um livro inteiro e mesmo em papel é toda uma outra experiência que me agrada muito mais. 

Entretanto, fui resgatar 'A Parisiense' ao fundo da pilha (claro, quando uma pessoa precisa de algo está sempre no sítio mais inacessível!) porque tenho tido muitas clientes que, no questionário de Análise de Estilo e ao falarmos, na sua referência de estilo a ter e de que gostam me indicam o chamado Parisiense Chic! Mulheres espertas e cheias de bom gosto são quem me chega até mim, sou uma sortuda! E à partida, ao pensar em estilo parisiense, uma pessoa pensa logo em boinas e lencinhos ao pescoço e riscas e referências náuticas, como imaginei neste post bem nos inícios do blog! E esta visão estereotipada do estilo da mulher parisiense não está completamente errada, mas vai muito mais para além disso. O que percebo que atrai as minhas clientes, e a mim também, é ao effortless, ou seja, a falta de esforço percebida e simplicidade do estilo parisiense ao mesmo tempo que acomoda uma mulher confiante, segura de si mesma e da sua imagem. E quem não quer transmitir tudo isto??


Se também vocês, desse lado, se sentem parisienses no amor pelos croissants e macarons e vos apela a simplicidade chique do estilo da capital francesa mesmo tendo nascido na Alfredo da Costa e morando na Reboleira (nada contra, só gosto mesmo do som ronronante da palavra Reboleira), saibam que é possível incorporar a 'chiqueza parisiense' conhecendo as características do estilo e seguindo estas indicações da bíblia estilística, em questão:

  • A Parisiense de alma foge dos conjuntos, ou seja, as peças não têm que combinar nem fazer looks certinhos mas, sim, misturar é a palavra de ordem! São as chamadas misturas improváveis, de que tanto vos falo, e que criam o vosso estilo pessoal e único. Peças masculinas com femininas, combinação de estilos diferentes, marcas de luxo com mais acessíveis - vale tudo menos optar pelo óbvio e seguro!
  • Ela não liga a marcas pelo estatuto nem gosta de ostentar logótipos - exige, sim, qualidade, a qualquer preço.
  • Ela não segue regras, inclusive estas. Cada vez mais a Moda tem mais possibilidade e menos regras do que se pode e não se pode usar, até porque o estilo e a moda devem ser pessoais e uma construção individual que passa, justamente, por criarmos as nossas próprias regras que se adaptam à nossa pessoa, sempre em evolução, como a própria moda.
  • Faz compras com método - não compra só por comprar nem se deixa seduzir pelo brilho e beleza das peças se isso implicar atulhar o armário lá de casa! Pratica um consumo consciente e questiona-se na altura de comprar tendo em conta os seus objetivos, estilo de vida, orçamento, etc.
  • Não segue à risca as tendências mas sabe o que está na moda e não deixa de se atualizar. Adopta apenas as tendências que lhe fazem sentido, muitas vezes, apenas num apontamento, como a mala ou outro acessórios, principalmente porque sabe que a tendência é passageira.



Aqui ficam com o guia do estilo Parisian Chic muito resumido mas que já vos permite identificar se é a vossa cara ou não. Para saberem mais, recomendo a leitura, então, deste livro da Inès de La Fressange e deixo-vos ainda inspirações de looks parisian chic - podem explorar ainda mais aqui no Pinterest!









Imagens: pinterest.pt


São fãs do estilo Parisiense? Identificam-se? :)

Fiquei foi com uma vontade doida de voltar à cidade do Amor, o que, felizmente, já está programado, mas nunca é demais re-lembrar a minha primeira viagem a Paris! <3


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terça-feira, 11 de abril de 2017

Diário da viagem em fotos - Madrid, te amo!

Palácio de Cristal, no centro do Parque do Retiro.

Já tarda mas o que conta é que chega! Há um mês fui passar um fim-de-semana à capital da terra de nuestros hermanos, como devem ter percebido pelo instagram e pelo facebook da LOOK A DAY. Se não deram conta é porque não me seguem e isso está mal - toca a clicar nos links e a fazer o que devem. 

Foi uma visita curta mas me gustó mucho Madrid! Não hablei mucho espanhuel porque não sou forte no seu domínio, apesar de assistir com muito interesse a várias séries espanholas, aparentemente, de ouvido ou por osmose, não se fica a falar espanhol. Uma pena. 


Foi a minha primeira vez em Madrid, mais o meu mais que tudo, e ainda apanhámos bom tempo pelo que achei um ótimo destino de escapadinha romântica - há lá coisa melhor que um passeio de mãos dadas pelo Retiro! :) 

Revejam aqui a ida a Paris e a viagem a Roma, a roadtrip pela Bélgica, a visita de coolhunting em Londres e, entretanto, encantem-se com as fotos de Madrid e agendem já a vossa visita, que vale a pena! ;)

O Parque do Retiro é enorme - mesmo um pulmão verde da cidade - e para além dos barquinhos, há imensas atividades a decorrer, imensa gente a praticar desporto, feirinhas e espetáculos. Ótimo para um passeio de fim-de-semana.

A nossa estadia do Airbnb ficava na Rua de Lavapíès e era uma casa pequenina mas muito pitoresca! A zona está cheia de restaurantes indianos, uns a seguir aos outros, e tem imensa gente a circular - não podíamos ter ficado em melhor sítio!

Detalhes da arquitetura em Lavapiès.

El Rastro é a Feira da Ladra lá do sítios e acontece aos domingos - percorre toda uma rua e tem todas as barraquinhas de venda que possam imaginar, como podem ver nas imagens seguintes.







O Palácio Real - a Letícia não foi avistada!



Jardins do Palácio Real.

A Primavera já começava a despontar na capital espanhola e só tenho pena de não ter visto o Retiro todo florido, mas é mais uma boa desculpa para volver a Madrid! :)



instagram: @anita_lookaday


segunda-feira, 27 de março de 2017

Giveaway LOOK A DAY | 1 noite para 2 pessoas no Prazer da Natureza Resort & Spa


Ainda em jeito de comemoração do 6º aniversário aqui do estaminé, tardou, mas cá está a boa surpresa para vos ajudar a relaxar e a desacelerar num mood ao jeito do slow living e num local maravilhoso do nosso belo país! 

Trago-vos uma oferta que é um verdadeiro Prazer da Natureza, como podem ver pelas fotos! E o que irão poder ganhar é a possibilidade de usufruírem de 1 noite para duas pessoas com alojamento, pequeno almoço e acesso ilimitado a todo o Nature Spa, no recente Prazer da Natureza Resort & Spa, em Vilar de Mouros.

Este Aldeamento Turístico de 4* no Minho - Caminha, norte de Portugal, com um ano e meio de existência, tem um conceito único, inserido na natureza, e é ideal para descansar, inclusive, para famílias com crianças que desejam abraçar o sossego. Inserido na natureza entre o mar e o rio, entre a calma e a pureza que o campo transmite, permite fugir totalmente à agitação da cidade. Aqui podem respirar o ar puro, sentir a água fresca do mar e dos rios, e ouvir o silêncio da serra. Vilar de Mouros é maioritariamente conhecida pelo seu festival eclético que traz multidões até à pequena aldeia. No entanto, há muito para descobrir!






Já se imaginaram neste paraíso da Natureza em total modo zen?? Pois visualizem-se, com muita força, que ajuda sempre a atrair boas energias e sorte, e participem com toda a fé no passatempo! 1 noite para 2 pessoas no Prazer da Natureza Resort & Spa pode ser vossa e a marcação posterior é sujeita a disponibilidade do espaço.


Para participarem, o que têm que fazer :


- Partilharem o passatempo no vosso blog, página de facebook ou outro meio;

- Preencherem o formulário aqui em baixo!




Podem participar até ao dia 9 de Abril e o/a vencedor/a será escolhida, aleatoriamente, através do random.org, anunciado na página de Facebook no dia 10 de Abril e informado/a por e-mail!

Obrigada! Boa sorte a todas/os! :)


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terça-feira, 7 de março de 2017

6 anos de estaminé! Yey!!

pt.pinterest.com

It's 'ma birthday, it's 'ma birthday!! E aqui do menino! Todos os anos é esta dose dupla de egocentrismo em que moi-même e este lindo projeto fazemos aniversário. Já vamos em 31 de vida e 6 de atividade. Nossa, o tempo voa! 

Como dizia há 2 anos, quando a sensação de que tinha feito a escolha certa no meu percurso profissional estava realmente a ver-se e a sentir-se na prática, hoje também posso dizer, com orgulho, como o grande Tony Carreira, que vivo a vida que eu escolhi. :) E não há melhor sensação que essa. Assim como não há melhor que poder fazer a diferença na vida de alguém, criar algo e sentir que as possibilidades para este projeto ainda crescer mais não têm conta. Continuam tantos projetos ainda por colocar em prática. E só tenho a agradecer-vos, a todas e todos vocês, que me têm acompanhado - clientes, alunas, leitoras, amigos - parece clichê, mas é a verdade que mais tenho aprendido na prática - sem vocês este percurso não faria sentido. As pessoas e as relações são o mais importante da vida e que boas pessoas a LOOK A DAY me tem trazido. 

No ano passado deixei-vos, aqui, as 30 lições que aprendi com 30 anos de vida e 5 anos de blog/negócio próprio. Este ano, acrescento só esta pérola de conhecimento: ter os valores bem definidos, o que é importante, o que se quer e qual é o caminho que se quer percorrer, poupa imenso tempo e facilita bastante a tomada de decisões. No guarda-roupa e na vida. 

Num mundo em que os estímulos e opções são aos milhares, praticar a atenção seletiva é uma arte em desenvolvimento absolutamente essencial. Lutar contra a tentação de ir a tudo, querer ser tudo, fazer o mesmo que os outros, fazer comparações, querer tanto, demais, agora e já. Contra esta pressa e correria e insatisfação embora tenhamos tanta coisa boa já a que nem damos atenção porque o que conta é a próxima conquista, the next big & exciting thing. Mentalmente e fisicamente é uma canseira. A propósito disto, leiam este bom artigo do Zen Habits. E acompanhem-me nesta prática da desaceleração, num dia-a-dia mais slow e mindful. :) Ainda esta semana terão, justamente para vos ajudar a relaxar, uma boa surpresa só para vocês em jeito de comemoração do aniversário aqui do estaminé! Fiquem atentas! ;)




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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

STYLE | Testemunho TOTAL NEW LOOK: "mudar de pele e ter só roupas tão bonitas como a marca que quero deixar no mundo"!


As minhas clientes são sempre queridas o suficiente para acederem ao meu pedido, vulgo trabalheira, de me escreverem um pequeno parágrafo de testemunho sobre a experiência por que passaram comigo. E são mesmo umas jóias, sempre com o dom da palavra e de me deixaram com uma lagrimita no canto no olho, como podem ler aqui

E depois existe a Maria, que tem todo o dom que possa haver e mais algum com as palavras e a honra que é ter colocado todo o seu talento em prática comigo. Somou parágrafos ao pedido e deixou-me sem palavras e com mais do que uma simples lagrimita ao canto do olho. Conheçam a sua história, que pode ser semelhante à de muitas de vocês, e saibam o que a Maria retirou da sua experiência com o TOTAL NEW LOOK, já aqui em seguida:



"Procurei a LOOK A DAY porque um dia acordei com uma ideia na cabeça: mudar. Mudar rapidamente, largar uma pele que já nada tinha que ver comigo e ver-me de forma diferente. Sentia uma urgência tão grande em arrumar o armário e começar a usar novas formas e cores, que em poucos minutos depois de começar a minha pesquisa online, estava já ao telefone com a Ana. Contei-lhe a minha história, tentei passar-lhe a minha urgência e do outro lado ouvi a compreensão e o apoio de que precisava para sentir que não estava doida, simplesmente entediada ou com uma mera crise de identidade. É que (isto vim eu a perceber depois) a Ana tem muita experiência e já ouviu muitas vezes a minha história. Antes de mim, houve Teresas e Luísas e Andreias que também se esqueceram delas próprias a dado momento do seu percurso. Mas voltemos à minha história:

Trabalhei a partir de casa durante mais de 5 anos. O objectivo que tracei quando tomei essa decisão – ter tempo de qualidade para a família e ver os meus filhos crescerem – foi cumprido. Contudo, algures neste processo comecei a desmazelar-me e o fato de treino que antes só usava para caminhadas no parque, tornou-se o meu uniforme. Calças pretas, cinzentas, ou castanhas, sempre coçadas (para quê comprar calças novas se ninguém me via?) e acompanhadas por camisolas de capuz, largas, sem forma nem graça nenhuma. Sabem, o fato de treino ou a “roupa de andar por casa” (eu tinha mesmo uma prateleira no armário com uma etiqueta com esta designação!) são muito mais do que bocados de tecido cosidos. São uma identidade, uma atitude, um estado de espírito, se assim o permitirmos. E eu permite-o durante demasiado tempo. Sentia-me na maior do tempo tão desmazelada e sem graça como as peças que vestia. Roupa de segunda e um estado de espírito a condizer.


No início do ano, perguntei-me o que queria fazer nos tempos mais próximos. E percebi que queria sair da caverna, pôr o nariz de fora e perceber se havia no mundo lugar para mim. Queria projectos novos, conhecer pessoas inspiradoras. Envolver-me, sair de casa, entrar num escritório e aprender coisas novas.

Mas como se não tinha mesmo nada para vestir à excepção de ténis e fatos de treino? Estava a começar a receber respostas dos currículos que enviava e entrei em pânico com a possibilidade de ir a entrevistas. Não tinha roupa, não conhecia o meu corpo pós-3-bebés, não fazia a mais pequena ideia de como me apresentar no mercado de trabalho. O que vestir?

Sem a Ana, não saberia por onde começar e estava pronta a desistir.

Logo na primeira consulta, a Ana fez-me perceber que não havia nada de errado no meu corpo, mas antes roupas que me ficavam bem e roupas que não me ficavam tão bem. Mas havia roupa para mim, sim. Roupa bonita, mais justa, mas feminina e adequada às minhas formas, que afinal, não era preciso (nem desejável!) esconder.
Percebi também que tinha tendência para comprar roupa dois tamanhos acima, achando que ficava mais “composta” (o que quer que fosse que isso queria dizer).

Se o que a Ana me disse na primeira consulta, mudou tudo na minha cabeça, no dia de compras, a revolução foi total e em 5 minutos (juro!) muita coisa mudou no meu corpo e na minha cabeça. Desde os 7 anos que não usava uma saia: achava que não podia, que não era para mim. Perna curta, joelho rechonchudo, blá, blá, blá. A Ana insistiu para que experimentasse uma e lá muito a custo a vesti. Foi só para te fazer a vontade e porque estava com medo que nessa altura já estivesses a perder a paciência comigo, Ana. Ficas já a saber: eu tive medo de ti naquele provador apertado. E ficas também a saber que tinhas razão. As saias eram para mim. As saias são para mim. Tal como os vestidos, os blazers cintados, os botins de salto, os cintos coloridos e aquele blusão de cabedal que toda a gente elogia e faz questão de dizer “é a tua cara!”.


Eu percebi naquele dia que POSSO usar uma saia, que fico bonita. E a questão que não me larga desde então é: se toda a minha vida eu disse a mim mesma que não podia usar saias e agora uso e gosto, então que outras coisas é que eu já disse na minha vida que não podia fazer, mas que se calhar afinal até posso?” Se calhar até me posso candidatar (e conseguir) ao emprego dos meus sonhos. Se calhar até consigo aprender kizomba, tu queres ver?

Percebem quando digo que a roupa não são só pedaços de tecido? A forma como nos vemos muda tudo. Mais do que isso, em determinadas fases da nossa vida, pode ser o empurrão que falta para avançarmos.

Munida desta dose generosa de confiança e esperança em mim mesma e no que o futuro guarda para mim, tenho vontade de dizer “sim” a tudo. Eu, que até há poucas semanas não ia a lado nenhum. Gosto agora de me arranjar de manhã e de imaginar o que o dia me reserva. Gosto de um armário limpo e de saber que lá dentro só tenho o que adoro. Nada de tralha, nada de recordações más ou fatos de treino coçados. Só roupas tão bonitas como a marca que quero deixar no mundo.

A todas que estão a pensar voar mais alto, mudar de emprego, de casa, de vida. A todas as que acham que as saias (ou as calças, ou os saltos ou a vida, mesmo) não é para elas: recomendo muito a LOOK A DAY e garanto que foi dos melhores investimentos que já fiz na minha vida. Acho mesmo que é daquelas coisas que toda a gente devia fazer uma vez (em vez de saltar de para quedas ou outras coisas que  podem culminar em ossos partidos). Garanto-vos doses generosas de emoção (se forem como eu até vão chorar e rir ao mesmo tempo. Vai ser tipo novela das 8, mas melhor, garanto).

Obrigada, Ana pelo profissionalismo, sensibilidade, boa disposição e sábios conselhos. Adorei o tempo que passei contigo e (olha a lamechice) nunca te vou esquecer. Foste parte determinante de tudo o que de bom já me está a acontecer com esta mudança. Devias ver-me toda gira a ir buscar os miúdos à escola. E a ir ao supermercado. Às entrevistas de emprego. Ao médico. Ao fundo da rua. Ao interior de mim mesma.

Obrigada por tudo, minha querida Ana (abracinho imaginário)!"

Maria Dias, 38 anos, Jornalista


Mil abracinhos imaginários para ti, Maria!! E muito love! <3 

[Sorry se te assustei no provador!! ahah ] Eu juro que sou fofinha e não mordo - só exerço uma certa pressãozinha motivadora ocasional! ;) 


Fotos dos processos de mudança e bastidores LOOK A DAY que podem ir acompanhando no instagram em @anita_lookaday e na página de facebook.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

STYLE | O que vestir num primeiro encontro?


Em pleno clima de amor de dia de São Valentim, as dicas de hoje vêem ajudar-vos a saber o que vestir num primeiro encontro, lá está, amoroso. Porque encontrar o Amor com a pessoa certa é das melhores coisas que nos pode acontecer e uma primeira impressão tem imenso impacto na forma como somos apercebidas, seja em que situação for, por isso, vamos lá ter consciência dela e usá-la a nosso favor, 'faxabor'. :)

Vamos, então, imaginar uma saída, um jantar, um encontro mais casual com um possível forte candidato ao lugar do vosso coração - o que escolher de indumentária:

  • Como já vos tinha dito aqui sobre parecer sexy, deixem de lado a ideia de que para serem sexy têm que mostrar muita pele. É precisamente o contrário - a sensualidade está na forma como não se mostra tudo o que se tem. Basta sair à noite para perceber que muitas mulheres, adolescentes e maduras, apostam todas as fichas em looks mínimos - saias curtíssimas e grandes decotes, tudo ao mesmo tempo. E isso deixa-me triste, porque aquilo que vestimos (ou que não vestimos) passa uma mensagem e estes looks transmitem, justamente, a ideia, ao sexo oposto, de uma disponibilidade desesperada - que só através dos atributos físicos expostos é que poderemos ter atenção. Mas será esse tipo de atenção que queremos?? Para pensar... Por isso, vão com calma na mostra de pele: se têm um decote mais generoso, desçam a altura da saia e vice-versa. Suscitar a imaginação e envolver algum mistério é uma melhor opção.
  • Na prática, para um look um primeiro encontro, podem optar por vestidos ou saias que são sempre peças femininas e que vos permitem parecer mais arranjadinhas e confiantes. Sempre com o nível de altura e 'justeza' ao corpo adequado, já sabem. Senão uma simples calças de ganga e uma blusa com uns saltos a rematar, não falha. Até podem mesmo apostar no conforto máximo com ténis que os rapazes não se importam - atualmente usam-se com tudo e podem mesmo fazer parte de um look mais composto desde que combinado com outras peças mais formais, como vestidos ou calças de fato ou de pele, etc. Vejam as ideias e inspirações que vos deixo aqui nas imagens e utilizem o pinterest, que é uma ótima ferramenta, para procurar mais.









Imagens via pt.pinterest.com


Acima de tudo, uma vez que um primeiro encontro pode ser uma situação de algum nervosismo, apostem no conforto e em serem vocês mesmas e que o vosso look transmita isso mesmo que, de certeza, tudo o resto irá fluir da melhor maneira. <3


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

COACH | 4 passos para mudar o foco da mente no negativo para o positivo

instagram.com/anita_lookaday/

Uma mente negativa nunca nos dará uma vida positiva. A nossa saúde mental também deve ser uma prioridade e treinar a mente é tão possível e importante quanto treinar o corpo. Aliás, o treino da mente fortalece igualmente a nossa saúde física e qualquer outra área da vida. Por isso, dêem atenção aos vossos pensamentos, todos os dias, seja através de meditação ou o que lhe quiserem chamar. Mas ouçam-se, prestem atenção ao vosso diálogo interno, identifiquem o discurso negativo, discutam convosco, ressignifiquem - mudem a perspectiva negativa para uma mais positiva e útil (a questão da mente negativa é que não é útil, não nos ajuda em nada) e pratiquem o discurso positivo, foquem-se naquilo por que são gratas, na solução em vez do problema, elogiem mais, critiquem menos. Criem uma mente feliz que vos dará, certamente, uma vida igualmente mais feliz. 


Sigam os 4 passos para mudar a perspectiva e o foco dos nossos pensamentos no negativo para o positivo:




  • Primeiro há que ter consciência dos nossos pensamentos e apercebermo-nos de que estamos numa espiral negativa. Se já for um hábito nosso podemos achar normal e nem nos dar conta de que estamos a fazer uma tempestade num copo de água. A nossa mente racional é muito útil a proteger-nos dos perigos, daí que racionaliza e problematiza tudo porque nos fomos condicionando dessa forma. E porque ouvimos durante muito tempo que não éramos competentes ou bonitas. O irónico é que nessas alturas o cérebro não é tão bom a avaliar a veracidade das informações e apreendemos esses dados como verdadeiros e sem questionar. Por diversas razões, genéticas ou por aculturação, muitas de vocês têm certamente uma mente negativa e o primeiro passo é aperceberem-se desse hábito. Por exemplo, se imaginam de antemão todas as dificuldades ou problemas que poderão advir de qualquer nova situação com que se deparam em vez de ficarem entusiasmadas; se a auto-crítica é constante e 'dizem' coisas a vocês próprias que não permitiriam que ninguém vos dissesse e se o estado de preocupação é constante, então, têm tendência a focar-se no negativo. A boa notícia é de que não precisam de permanecer assim para sempre. Ter consciência de quando o fazem é o primeiro passo importante;




  • Distanciem-se dos vossos pensamentos. Sejam críticas relativamente à vossa própria mente racional. Lá porque passa na nossa cabeça e a nossa vozinha até parece bem assertiva não quer dizer que essa vozinha tenha razão - normalmente ela só tem medo e tem o papel do diabinho apoiado no nosso ombro. Por isso, distanciem-se. Na prática, funciona tentando verem-se de fora. Imaginem que o problema com que se estão a debater pertence a outra pessoa e que ela vos vem pedir conselho. O que lhe diriam? Normalmente somos ótimas a dizer aos outros o que fazer e em perceber o que estão a fazer mal - as melhores conselheiras. Mas quando nos toca a nós, às vezes com o mesmo problema de outra pessoa a quem já ajudámos, embatucamos. Ficamos ali a remoer e a construir um problema maior do que é, sem sair do mesmo lugar. Isto só acontece porque estamos demasiado envolvidas, o que nos tolda o discernimento. Experimentem, então, afastar-se - imaginem-se 'de fora', a ver-se e o que diriam a vocês mesmas. De fora, como resolveriam o problema? A resposta há-de chegar logo! ;)




  • Tendo consciência da espiral negativa e vendo-se de fora, esforcem-se por mudar o foco. Em vez de pensarem no que correu ou poderá correr mal que, geralmente, não dá para mudar, aceitem a realidade e foquem-se na solução - o que posso fazer? Qual o primeiro passo que posso dar para resolver a situação ou atingir o meu objetivo? Por exemplo, tenho excesso de peso. Não gosto de me ver ao espelho, já roupa nenhuma me serve porque engordei ainda mais recentemente, nem consigo correr para apanhar o comboio - a minha saúde está a ser muito afetada. Se me focar no problema que é ter excesso de peso, vou ficar ansiosa e vou acabar por ir comer ainda mais, porque é uma forma de me acalmar e não pensar no meu problema, acabando por agravá-lo. Agora, se eu tiver consciência de que fazer isto não vai resolver nada, se me vir de fora e pensar no que poderia dizer a mim própria que me fizesse sentir melhor, o que diria? Como é que poderia resolver a situação? Qual o primeiro passo que posso dar no sentido me sentir melhor? Aí surgem as respostas - posso marcar uma consulta com uma nutricionista que me ajude a saber comer melhor. Posso, para já, comer um melhor pequeno-almoço para não ter tanta fome ao final do dia. Posso passar a andar meia hora por dia para me mexer mais. Posso perguntar a uma amiga se se quer inscrever comigo no ginásio porque com companhia não me dá tanta preguiça de ir. E por aí em diante - as soluções são mais que muitas se tiverem dispostas a vê-las e a pensar criativamente. Apliquem este exemplo a qualquer outro problema ou objetivo que tenham - o que podem fazer? Qual o próximo passo, o mais pequeno, que podem dar no sentido da solução?





  • Se têm tendência à auto-crítica e a apenas verem todas as falhas reais ou imaginárias que têm, que tal fazer o contrário? Peguem numa folha de papel e façam o exercício de escrever todas as vossas qualidades, pontos fortes, talentos. Raramente pensamos nisto e ao início podem até nem se lembrar de nada. Mas anotem mesmo as pequenas coisas - 'faço uns ovos mexidos excelentes', 'sou a maior a fazer palavras-cruzdas' e depois passem para as grandes qualidades que têm, que elas estão aí. Para facilitar, pensem no que as pessoas à vossa volta e que gostam de vocês diriam, ou perguntem-lhes! :) Não tenham medo de parecer convencidas - o auto-elogio está, na maioria de nós, em vias de extinção, pelo que nunca é demais praticá-lo.






E o 5º passo qual é? O que fariam mais para conseguirem mudar o foco no negativo pelo foco no positivo? Sugestões aceitam-se! :)





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