terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

STYLE | Testemunho TOTAL NEW LOOK: "mudar de pele e ter só roupas tão bonitas como a marca que quero deixar no mundo"!


As minhas clientes são sempre queridas o suficiente para acederem ao meu pedido, vulgo trabalheira, de me escreverem um pequeno parágrafo de testemunho sobre a experiência por que passaram comigo. E são mesmo umas jóias, sempre com o dom da palavra e de me deixaram com uma lagrimita no canto no olho, como podem ler aqui

E depois existe a Maria, que tem todo o dom que possa haver e mais algum com as palavras e a honra que é ter colocado todo o seu talento em prática comigo. Somou parágrafos ao pedido e deixou-me sem palavras e com mais do que uma simples lagrimita ao canto do olho. Conheçam a sua história, que pode ser semelhante à de muitas de vocês, e saibam o que a Maria retirou da sua experiência com o TOTAL NEW LOOK, já aqui em seguida:



"Procurei a LOOK A DAY porque um dia acordei com uma ideia na cabeça: mudar. Mudar rapidamente, largar uma pele que já nada tinha que ver comigo e ver-me de forma diferente. Sentia uma urgência tão grande em arrumar o armário e começar a usar novas formas e cores, que em poucos minutos depois de começar a minha pesquisa online, estava já ao telefone com a Ana. Contei-lhe a minha história, tentei passar-lhe a minha urgência e do outro lado ouvi a compreensão e o apoio de que precisava para sentir que não estava doida, simplesmente entediada ou com uma mera crise de identidade. É que (isto vim eu a perceber depois) a Ana tem muita experiência e já ouviu muitas vezes a minha história. Antes de mim, houve Teresas e Luísas e Andreias que também se esqueceram delas próprias a dado momento do seu percurso. Mas voltemos à minha história:

Trabalhei a partir de casa durante mais de 5 anos. O objectivo que tracei quando tomei essa decisão – ter tempo de qualidade para a família e ver os meus filhos crescerem – foi cumprido. Contudo, algures neste processo comecei a desmazelar-me e o fato de treino que antes só usava para caminhadas no parque, tornou-se o meu uniforme. Calças pretas, cinzentas, ou castanhas, sempre coçadas (para quê comprar calças novas se ninguém me via?) e acompanhadas por camisolas de capuz, largas, sem forma nem graça nenhuma. Sabem, o fato de treino ou a “roupa de andar por casa” (eu tinha mesmo uma prateleira no armário com uma etiqueta com esta designação!) são muito mais do que bocados de tecido cosidos. São uma identidade, uma atitude, um estado de espírito, se assim o permitirmos. E eu permite-o durante demasiado tempo. Sentia-me na maior do tempo tão desmazelada e sem graça como as peças que vestia. Roupa de segunda e um estado de espírito a condizer.


No início do ano, perguntei-me o que queria fazer nos tempos mais próximos. E percebi que queria sair da caverna, pôr o nariz de fora e perceber se havia no mundo lugar para mim. Queria projectos novos, conhecer pessoas inspiradoras. Envolver-me, sair de casa, entrar num escritório e aprender coisas novas.

Mas como se não tinha mesmo nada para vestir à excepção de ténis e fatos de treino? Estava a começar a receber respostas dos currículos que enviava e entrei em pânico com a possibilidade de ir a entrevistas. Não tinha roupa, não conhecia o meu corpo pós-3-bebés, não fazia a mais pequena ideia de como me apresentar no mercado de trabalho. O que vestir?

Sem a Ana, não saberia por onde começar e estava pronta a desistir.

Logo na primeira consulta, a Ana fez-me perceber que não havia nada de errado no meu corpo, mas antes roupas que me ficavam bem e roupas que não me ficavam tão bem. Mas havia roupa para mim, sim. Roupa bonita, mais justa, mas feminina e adequada às minhas formas, que afinal, não era preciso (nem desejável!) esconder.
Percebi também que tinha tendência para comprar roupa dois tamanhos acima, achando que ficava mais “composta” (o que quer que fosse que isso queria dizer).

Se o que a Ana me disse na primeira consulta, mudou tudo na minha cabeça, no dia de compras, a revolução foi total e em 5 minutos (juro!) muita coisa mudou no meu corpo e na minha cabeça. Desde os 7 anos que não usava uma saia: achava que não podia, que não era para mim. Perna curta, joelho rechonchudo, blá, blá, blá. A Ana insistiu para que experimentasse uma e lá muito a custo a vesti. Foi só para te fazer a vontade e porque estava com medo que nessa altura já estivesses a perder a paciência comigo, Ana. Ficas já a saber: eu tive medo de ti naquele provador apertado. E ficas também a saber que tinhas razão. As saias eram para mim. As saias são para mim. Tal como os vestidos, os blazers cintados, os botins de salto, os cintos coloridos e aquele blusão de cabedal que toda a gente elogia e faz questão de dizer “é a tua cara!”.


Eu percebi naquele dia que POSSO usar uma saia, que fico bonita. E a questão que não me larga desde então é: se toda a minha vida eu disse a mim mesma que não podia usar saias e agora uso e gosto, então que outras coisas é que eu já disse na minha vida que não podia fazer, mas que se calhar afinal até posso?” Se calhar até me posso candidatar (e conseguir) ao emprego dos meus sonhos. Se calhar até consigo aprender kizomba, tu queres ver?

Percebem quando digo que a roupa não são só pedaços de tecido? A forma como nos vemos muda tudo. Mais do que isso, em determinadas fases da nossa vida, pode ser o empurrão que falta para avançarmos.

Munida desta dose generosa de confiança e esperança em mim mesma e no que o futuro guarda para mim, tenho vontade de dizer “sim” a tudo. Eu, que até há poucas semanas não ia a lado nenhum. Gosto agora de me arranjar de manhã e de imaginar o que o dia me reserva. Gosto de um armário limpo e de saber que lá dentro só tenho o que adoro. Nada de tralha, nada de recordações más ou fatos de treino coçados. Só roupas tão bonitas como a marca que quero deixar no mundo.

A todas que estão a pensar voar mais alto, mudar de emprego, de casa, de vida. A todas as que acham que as saias (ou as calças, ou os saltos ou a vida, mesmo) não é para elas: recomendo muito a LOOK A DAY e garanto que foi dos melhores investimentos que já fiz na minha vida. Acho mesmo que é daquelas coisas que toda a gente devia fazer uma vez (em vez de saltar de para quedas ou outras coisas que  podem culminar em ossos partidos). Garanto-vos doses generosas de emoção (se forem como eu até vão chorar e rir ao mesmo tempo. Vai ser tipo novela das 8, mas melhor, garanto).

Obrigada, Ana pelo profissionalismo, sensibilidade, boa disposição e sábios conselhos. Adorei o tempo que passei contigo e (olha a lamechice) nunca te vou esquecer. Foste parte determinante de tudo o que de bom já me está a acontecer com esta mudança. Devias ver-me toda gira a ir buscar os miúdos à escola. E a ir ao supermercado. Às entrevistas de emprego. Ao médico. Ao fundo da rua. Ao interior de mim mesma.

Obrigada por tudo, minha querida Ana (abracinho imaginário)!"

Maria Dias, 38 anos, Jornalista


Mil abracinhos imaginários para ti, Maria!! E muito love! <3 

[Sorry se te assustei no provador!! ahah ] Eu juro que sou fofinha e não mordo - só exerço uma certa pressãozinha motivadora ocasional! ;) 


Fotos dos processos de mudança e bastidores LOOK A DAY que podem ir acompanhando no instagram em @anita_lookaday e na página de facebook.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

STYLE | O que vestir num primeiro encontro?


Em pleno clima de amor de dia de São Valentim, as dicas de hoje vêem ajudar-vos a saber o que vestir num primeiro encontro, lá está, amoroso. Porque encontrar o Amor com a pessoa certa é das melhores coisas que nos pode acontecer e uma primeira impressão tem imenso impacto na forma como somos apercebidas, seja em que situação for, por isso, vamos lá ter consciência dela e usá-la a nosso favor, 'faxabor'. :)

Vamos, então, imaginar uma saída, um jantar, um encontro mais casual com um possível forte candidato ao lugar do vosso coração - o que escolher de indumentária:

  • Como já vos tinha dito aqui sobre parecer sexy, deixem de lado a ideia de que para serem sexy têm que mostrar muita pele. É precisamente o contrário - a sensualidade está na forma como não se mostra tudo o que se tem. Basta sair à noite para perceber que muitas mulheres, adolescentes e maduras, apostam todas as fichas em looks mínimos - saias curtíssimas e grandes decotes, tudo ao mesmo tempo. E isso deixa-me triste, porque aquilo que vestimos (ou que não vestimos) passa uma mensagem e estes looks transmitem, justamente, a ideia, ao sexo oposto, de uma disponibilidade desesperada - que só através dos atributos físicos expostos é que poderemos ter atenção. Mas será esse tipo de atenção que queremos?? Para pensar... Por isso, vão com calma na mostra de pele: se têm um decote mais generoso, desçam a altura da saia e vice-versa. Suscitar a imaginação e envolver algum mistério é uma melhor opção.
  • Na prática, para um look um primeiro encontro, podem optar por vestidos ou saias que são sempre peças femininas e que vos permitem parecer mais arranjadinhas e confiantes. Sempre com o nível de altura e 'justeza' ao corpo adequado, já sabem. Senão uma simples calças de ganga e uma blusa com uns saltos a rematar, não falha. Até podem mesmo apostar no conforto máximo com ténis que os rapazes não se importam - atualmente usam-se com tudo e podem mesmo fazer parte de um look mais composto desde que combinado com outras peças mais formais, como vestidos ou calças de fato ou de pele, etc. Vejam as ideias e inspirações que vos deixo aqui nas imagens e utilizem o pinterest, que é uma ótima ferramenta, para procurar mais.









Imagens via pt.pinterest.com


Acima de tudo, uma vez que um primeiro encontro pode ser uma situação de algum nervosismo, apostem no conforto e em serem vocês mesmas e que o vosso look transmita isso mesmo que, de certeza, tudo o resto irá fluir da melhor maneira. <3


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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

COACH | 4 passos para mudar o foco da mente no negativo para o positivo

instagram.com/anita_lookaday/

Uma mente negativa nunca nos dará uma vida positiva. A nossa saúde mental também deve ser uma prioridade e treinar a mente é tão possível e importante quanto treinar o corpo. Aliás, o treino da mente fortalece igualmente a nossa saúde física e qualquer outra área da vida. Por isso, dêem atenção aos vossos pensamentos, todos os dias, seja através de meditação ou o que lhe quiserem chamar. Mas ouçam-se, prestem atenção ao vosso diálogo interno, identifiquem o discurso negativo, discutam convosco, ressignifiquem - mudem a perspectiva negativa para uma mais positiva e útil (a questão da mente negativa é que não é útil, não nos ajuda em nada) e pratiquem o discurso positivo, foquem-se naquilo por que são gratas, na solução em vez do problema, elogiem mais, critiquem menos. Criem uma mente feliz que vos dará, certamente, uma vida igualmente mais feliz. 


Sigam os 4 passos para mudar a perspectiva e o foco dos nossos pensamentos no negativo para o positivo:




  • Primeiro há que ter consciência dos nossos pensamentos e apercebermo-nos de que estamos numa espiral negativa. Se já for um hábito nosso podemos achar normal e nem nos dar conta de que estamos a fazer uma tempestade num copo de água. A nossa mente racional é muito útil a proteger-nos dos perigos, daí que racionaliza e problematiza tudo porque nos fomos condicionando dessa forma. E porque ouvimos durante muito tempo que não éramos competentes ou bonitas. O irónico é que nessas alturas o cérebro não é tão bom a avaliar a veracidade das informações e apreendemos esses dados como verdadeiros e sem questionar. Por diversas razões, genéticas ou por aculturação, muitas de vocês têm certamente uma mente negativa e o primeiro passo é aperceberem-se desse hábito. Por exemplo, se imaginam de antemão todas as dificuldades ou problemas que poderão advir de qualquer nova situação com que se deparam em vez de ficarem entusiasmadas; se a auto-crítica é constante e 'dizem' coisas a vocês próprias que não permitiriam que ninguém vos dissesse e se o estado de preocupação é constante, então, têm tendência a focar-se no negativo. A boa notícia é de que não precisam de permanecer assim para sempre. Ter consciência de quando o fazem é o primeiro passo importante;




  • Distanciem-se dos vossos pensamentos. Sejam críticas relativamente à vossa própria mente racional. Lá porque passa na nossa cabeça e a nossa vozinha até parece bem assertiva não quer dizer que essa vozinha tenha razão - normalmente ela só tem medo e tem o papel do diabinho apoiado no nosso ombro. Por isso, distanciem-se. Na prática, funciona tentando verem-se de fora. Imaginem que o problema com que se estão a debater pertence a outra pessoa e que ela vos vem pedir conselho. O que lhe diriam? Normalmente somos ótimas a dizer aos outros o que fazer e em perceber o que estão a fazer mal - as melhores conselheiras. Mas quando nos toca a nós, às vezes com o mesmo problema de outra pessoa a quem já ajudámos, embatucamos. Ficamos ali a remoer e a construir um problema maior do que é, sem sair do mesmo lugar. Isto só acontece porque estamos demasiado envolvidas, o que nos tolda o discernimento. Experimentem, então, afastar-se - imaginem-se 'de fora', a ver-se e o que diriam a vocês mesmas. De fora, como resolveriam o problema? A resposta há-de chegar logo! ;)




  • Tendo consciência da espiral negativa e vendo-se de fora, esforcem-se por mudar o foco. Em vez de pensarem no que correu ou poderá correr mal que, geralmente, não dá para mudar, aceitem a realidade e foquem-se na solução - o que posso fazer? Qual o primeiro passo que posso dar para resolver a situação ou atingir o meu objetivo? Por exemplo, tenho excesso de peso. Não gosto de me ver ao espelho, já roupa nenhuma me serve porque engordei ainda mais recentemente, nem consigo correr para apanhar o comboio - a minha saúde está a ser muito afetada. Se me focar no problema que é ter excesso de peso, vou ficar ansiosa e vou acabar por ir comer ainda mais, porque é uma forma de me acalmar e não pensar no meu problema, acabando por agravá-lo. Agora, se eu tiver consciência de que fazer isto não vai resolver nada, se me vir de fora e pensar no que poderia dizer a mim própria que me fizesse sentir melhor, o que diria? Como é que poderia resolver a situação? Qual o primeiro passo que posso dar no sentido me sentir melhor? Aí surgem as respostas - posso marcar uma consulta com uma nutricionista que me ajude a saber comer melhor. Posso, para já, comer um melhor pequeno-almoço para não ter tanta fome ao final do dia. Posso passar a andar meia hora por dia para me mexer mais. Posso perguntar a uma amiga se se quer inscrever comigo no ginásio porque com companhia não me dá tanta preguiça de ir. E por aí em diante - as soluções são mais que muitas se tiverem dispostas a vê-las e a pensar criativamente. Apliquem este exemplo a qualquer outro problema ou objetivo que tenham - o que podem fazer? Qual o próximo passo, o mais pequeno, que podem dar no sentido da solução?





  • Se têm tendência à auto-crítica e a apenas verem todas as falhas reais ou imaginárias que têm, que tal fazer o contrário? Peguem numa folha de papel e façam o exercício de escrever todas as vossas qualidades, pontos fortes, talentos. Raramente pensamos nisto e ao início podem até nem se lembrar de nada. Mas anotem mesmo as pequenas coisas - 'faço uns ovos mexidos excelentes', 'sou a maior a fazer palavras-cruzdas' e depois passem para as grandes qualidades que têm, que elas estão aí. Para facilitar, pensem no que as pessoas à vossa volta e que gostam de vocês diriam, ou perguntem-lhes! :) Não tenham medo de parecer convencidas - o auto-elogio está, na maioria de nós, em vias de extinção, pelo que nunca é demais praticá-lo.






E o 5º passo qual é? O que fariam mais para conseguirem mudar o foco no negativo pelo foco no positivo? Sugestões aceitam-se! :)





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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

STYLE | Homewear e pijamas no inverno: como manter o conforto e parecer gira e sexy!


Noutro dia recebi este pedido de uma seguidora no instagram: "homewear/pijamas confortáveis, quentinhos mas "atrativos" para os maridos. :) O que vestir quando queremos manta e sofá, está frio, não temos o ar condicionado a parecer que é verão mas queremos estar giras para o marido? Vejo sugestões giras mas tudo menos quentes e confortáveis... adoro o meu pijaminha polar mas sei que não é o mais atraente de sempre. :) Apesar do marido não se importar, ando a investir nisso, mais sugestões seriam bem vindas! Obrigada!"

Ora, cara Filipa, de nada, há solução para tudo e cá vai ela para esta problemática - roupa gira e sexy para andar por casa nestes dias de invernos frios e chuvosos e para dormir aconchegadinha!

Vamos por partes. 

Primeiro, o que não fazer:

  • Lá porque estamos em casa e, em teoria, é um local blindado aos olhares públicos, não significa que devemos ou podemos usar qualquer coisa para vestir. A roupa mais velha, coçada, desbotada, com borbotos, de que nem gostamos, que nos deram, etc, etc, não pode ser critério para automaticamente passar a ser a 'roupa de andar por casa' ou para dormir. Estes devem ser critérios base para classificar as peças de roupa que estão a precisar de um passe, só de ida, para fora do armário. Certo?? Muitas vezes são peças que nem vos assentam bem nem com as quais se sentem confortáveis nem confiantes, ora, e isso é a coisa menos atrativa de sempre! Nem é para o marido porque, se gosta de vocês, tenho a certeza de que não se importa com o que vocês vestem. É por vocês mesmas. O objetivo deverá ser sempre sentirem-se bem na vossa pele e é esse o poder que a roupa tem. Qualquer que seja a roupa, e o contexto. E dedicarem esforço a vestirem coisas giras com as quais se sentem bonitas, mesmo em casa, significa que vocês importam, que merecem esse esforço e define o comportamento e atitude a ter sempre, em qualquer situação. Por isso, façam como a Filipa e considerem investir também na roupita mais caseira. Vá, essa t-shirt da Junta de Freguesia e o pijama da avó que nem a avó quer vestir, têm que ir!

  • São friorentas, eu percebo, e o pijama mais polar que possa haver ainda é pouco para fazer face a este frio glaciar! Mas vamos aliar belezura à utilidade, ok? Conjugações de cores estranhas e bonecadas quando já são raparigas feitas e até querem fazer um agrado visual ao marido, não vai dar. Vamos procurar opções adultas, estilosas e quentinhas! (note to self: despedir-me das girafas e dos ursinhos! Snif)


Portanto, o que procurar/em que investir:
  • Dediquem-se, então, com propósito, a esta parte do guarda-roupa e considerem mesmo compor um capsule wardrobe pequenino para o homewear e outro para a roupa de dormir. Retirem as opções velhas e gastas que têm usado para o efeito e coloquem na lista de compras adquirir algumas, poucas peças, para cada efeito, caso estejam mesmo desfalcadas.

  • Homewear/roupa para andar por casa: seja só no fim-de-semana, quando chegam a casa depois do trabalho ou se até trabalham ou passam muito tempo em casa e querem estar quentinhas, confortáveis e apresentáveis, aqui, podem optar por leggings, calças de malha ou de algodão com pelinho ou até collants térmicos. Para cima, podem sempre fazer camadas e optar por camisolas ou casacos de malha mais compridinhos ou oversized, ou de pêlo ou até polares - desde que borbotos free e de cores mais lisas ou simples. São opções mais adultas, clean, e os materiais mais naturais e confortáveis só vos deixam confiantes e isso é sexy. Meias altas, com vestido ou calções, também ajuda neste último parâmetro.

  • Pijamas e roupa para dormir: optem por cores mais lisas e sóbrias, padrões mais clássicos e menos infantis, como riscas ou bolinhas, modelo de calça e camisa, por exemplo, em materiais como um algodão quentinho, flanela ou polares. Um robe ou casaco também nos mesmo moldes e finalizam na perfeição. Podem inclusive arriscar em conjugações de padrões, mas modernas e adultas - Minnies com Hello Kitty's não vale! ;) 

  • Onde comprar? Por alguma razão que desconheço, há muito pijama com bonecada à venda, gente! Ora, são fofos e giros, sim senhora, mas tendo em conta o objetivo da Filipa, e de muitas de vocês, de procurar algo mais atrativo, sexy, julgo que coelhinhos ou o Snoopy, por muito que goste dele, não dão lá grande ajuda pelo sexyness do outfit. Enquadram-se mais num estilo Girly e de menina que, se for o vosso objetivo, tudo ótimo. Não sendo, considerem as opções mais clean e adultas de que vos falei, em marcas específicas de home e sleep wear como a Oysho, a Women´secret ou a Intimissimi, que acaba por ser a mais 'adulta' de todas. Nas lojas comuns de roupa também já se encontram disponíveis coleções específicas neste âmbito, vejam a roupa de noite da H&M, Mango ou da Primark, por exemplo. Com muitas opções, incluindo, de tamanhos grande, petite ou tall, considerem ainda as compras online na Asos.


Aqui vos deixo ainda, em baixo, umas inspirações visuais e apostem, então, em dar um New Look ao vosso armário, incluindo às sempre esquecidas gavetas dos pijamas e da roupa mais caseira! ;)

















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